"Estamos vivendo numa sociedade individualista, que favorece o sentido de responsabilidade individual, que desenvolve o egocentrismo, o egoismo e que, consequentemente alimenta a autojustificação e rejeição ao próximo".
terça-feira, 8 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Eu Chovo, Tu Choves, ele Chove!
Hoje a abertura oficial do X Femute conta com a apresentação do grupo de teatro 100 critérios, "Eu chovo, tu choves, ele chove" dirigido por Carol Pego com apoio de Eduh Gevizier, aproveite a noite para prestigiar a peça...
a partir das 19:30 horas no plenário do fórum de Campo Novo do Parecis - MT.
O texto de uma das peças mais premiadas de Sylvia Orthof
Um clássico da dramaturgia infantil que pode ser montado em casa, na sala de aula e onde mais a imaginação mandar. Basta seguir as lições desta grande autora: simplicidade e criatividade. Quer ver? Com um guarda-chuva, algumas tocas de banho, pedaços de plástico azul e baldinhos de conchas se constrói o mundo mágico de Sylvia Orthof. Eu chovo, tu choves, ele chove ? uma de suas peças mais premiadas ? é um exemplo de que como é fácil fazer chover boas idéias.
Com seu texto ágil e divertido, Sylvia faz um delicioso e bem humorado elogio à liberdade. De uma forma absolutamente original, a autora nos mostra como um simples pingo de chuva pode subverter a ordem estabelecida e transformar a vida numa grande aventura.
Um chuveiro mandão, uma sereia perua, um ovo mudo que aprende a falar de repente, uma ova muito prendada e um pingo de chuva atrapalhado. Tudo pode acontecer quando essa turma do barulho se encontra. O chuveiro pode perder o reinado e a sereia, a pose. O ovo pode virar um belo príncipe e a ova, uma princesa. No mundo de Sylvia Orthof não há limites para imaginação.
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Teatro Ogan
Festival de teatro inicia hoje!
Arte: Betho Nonenmacher
Com o tema "Só o que está morto não muda" (Clarice Lispector), o X Festival Municipal de Teatro (Femute) de Campo Novo do Parecis inicia hoje (07) e segue até o dia 10 de novembro, no Plenário do Fórum.
Promovido pelo Ponto de Cultura Ninho do Sol, um projeto do Teatro Ogan, e apoioado pelo Governo Municipal e Secretaria Municipal de Educação e Cultura, através do Departamento de Cultura, a 10ª edição do Femute será constituída de duas modalidades: infanto-juvenil (espetáculos montados por crianças) e adulto (espetáculos montados por adultos).
O ingresso é simbólico: R$ 2,00 e serve para custear as despesas do Festival. Crianças abaixo de 7 anos, portadores de necessidades especiais e idosos acima de 60 anos não pagam ingresso.
Acompanhe a programação de hoje:
19h30 - Abertura Oficial
Cena Curta convidada - Os Repetentes
Grupo Revelação de Teatro
Direção: Fran Almeida
1. Espetáculo: Eu chovo, tu choves, ele chove...
Autoria: Sylvia Orthof
Direção: Karol Pego
Grupo 100 Critério
Sinopse:
Era uma vez... Um chuveiro mandão, uma sereia perua, um ovo mudo que aprende a falar de repente, uma ova muito prendada e um pingo de chuva atrapalhado. Tudo pode acontecer quando essa turma do barulho se encontra. O chuveiro pode perder o reinado e a sereia, a pose o ovo pode virar um belo príncipe e a ova uma princesa... Sigamos nessa bela historia.
2. Espetáculo: Os Saltimbancos
Autoria: Chico Buarque
Direção: Fran Almeida e Franciele Almeida
Grupo Revelação de Teatro
Sinopse:
O espetáculo narra a história do encontro de quatro animais (um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata), que devido a maus tratos, fugiram de seus patrões. Juntos decidem formar um grupo musical e rumam à cidade para começar a carreira artística. No caminho...
Vá ao Teatro!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Roberta Xavier... eh Saudadinha...

Fonte de mel
Nos olhos de gueixa
Kabuki, máscara
Choque entre o azul
E o cacho de acácias
Luz das acácias
Você é mãe do sol
A sua coisa é toda tão certa
Beleza esperta
Você me deixa a rua deserta
Quando atravessa
E não olha pra trás
Linda
E sabe viver
Você me faz feliz
Esta canção é só pra dizer
E diz
Você é linda
Mais que demais
Vocé é linda sim
Onda do mar do amor
Que bateu em mim
Você é forte
Dentes e músculos
Peitos e lábios
Você é forte
Letras e músicas
Todas as músicas
Que ainda hei de ouvir
No Abaeté
Areias e estrelas
Não são mais belas
Do que você
Mulher das estrelas
Mina de estrelas
Diga o que você quer...
terça-feira, 18 de outubro de 2011
O lobo do Homem"

Houve um tempo em que os homens
Em suas tribos eram iguais
Veio a fome e então a guerra
Pra alimentá-los como animais
Não houve tempo em que o homem
Por sobre a Terra viveu em paz
Desde sempre tudo é motivo
Pra jorrar sangue cada vez mais.
O homem é o lobo do homem!
O homem é o lobo do homem!
Sempre em busca do próprio gozo
E todo zelo ficou pra trás
Nunca cede e nem esquece
O que aprendeu com seus ancestrais
Não perdoa e nem releva
Nunca vê que já é demais.
Historicamente:
Em tempos, o lobo e o homem caçavam lado a lado.
Quando a certa altura o homem deixou de ser nómada e iniciou o cultivo da terra e a criação de animais tentou também domesticar o lobo. Eis que surge o conflito entre os dois seres vivos (lobo/homem). O lobo é um animal selvagem com as suas presas naturais, devido à domesticação por parte do homem o lobo foi perdendo as suas presas, pelo que teve por vezes de atacar os animais domesticos.
Como o homem perdeu a sua relação com a natureza passou a ter medo do lobo. Medo este que o levou a entrar numa luta desleal, "combate" com armadilhas de ferro, veneno, espingardas e até mesmo aviões. A "vitória" do homem sobre o lobo teve como troféu a extinção deste ser vivo nalgumas zonas e a diminuição drástica do seu número em países como Portugal ou Espanha.
Podemos comparar o homem com o lobo: o lobo só ataca a especie Homo sapiens sapiens quando está doente com raiva; na especie humana temos respectivamente, os maníacos homicidas. Contudo, o homem torna-se mais perigoso que o lobo, pois é capaz de matar individuos da sua própria espécie, não por instinto ou necessidades alimentares, mas por sentimentos como a ira ou a raiva...
terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
"Dizem que o tempo nunca está a nosso favor. Não penso assim. Em alguns momentos temos que ajustar a posição das velas para que nosso barco nos leve para a direção correta. Ventos fortes podem nos desviar do caminho, mas sempre haverá tempo para tomarmos nosso rumo novamente. O que não pode é ir contra ele."
terça-feira, 19 de julho de 2011
A grande mãe... O homem é apenas o fio desta trama!
"Minha palavra é como as estrelas - elas nuca empalidecem. Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Se não somos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo.
A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho. O homem branco esquece a sua terra natal, quando, depois de morto vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos.
Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais.
O rumorejar da água é a voz do pai de meu pai. Os rios são irmãos, eles apagam nossa sede.
Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã. Ele trata sua mão - a terra, e seu irmão - o céu, como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante...
E que vida é aquela se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo. O índio prefere o suave sussurro do vento, purificado por uma chuva do meio-dia, ou recendendo o pinheiro. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem. O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. O ar é precioso para nós, o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta.
A terra é nossa mãe! De uma coisa temos certeza: a terra não pertence ao homem, é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família.
Não foi o homem que teceu a trama da vida: Ele é simplesmente o fio desta trama. E tudo que o homem fizer a ela a si próprio estará fazendo.
Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos: A terra é nossa MÃE. Tudo quanto fere a terra fere os filhos da terra."
sábado, 9 de julho de 2011
Esteriótipo, esteriótipo, esteriótipo...
Essa crioula tem o olho azul
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil
A cozinheira tá falando alemãoA princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé
Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação
Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha
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