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sábado, 26 de novembro de 2011

Pense nisso! - O Espelho de Gandhi


Perguntaram a Mahatma Gandhi: -Quais são os fatores que destroem os seres humanos?
Ele respondeu:
A Política, sem princípios; o Prazer, sem compromisso; a Riqueza, sem trabalho; a Sabedoria, sem caráter; os Negócios, sem moral; a Ciência, sem humanidade; a Oração, sem caridade.


A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis??, se eu sou amável,
que as pessoas são tristes, se estou triste,
que todos me querem, se eu os quero,
que todos são ruins, se eu os odeio,
que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
que há faces amargas, se eu sou amargo,
que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
que as pessoas são gratas, se eu sou grato.


A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta. A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.
"Quem quer ser amado, ame"

Encenarte - O jogo como atividade dramática 4


"Exercício e reflexão"

Na proposta aqui apresentada o jogo só tem validade para o autor e o grupo enquanto exercício de reflexão. Sem reflexão essa atividade não subsiste como re-aprendizagem para o ator. Re-aprendizagem porque, originalmente na nossa tenra infância, eramos integralmente aptos a tudo.




Os jogos tem poder de friccionar, de agitar, num breve espaço de tempo, os órgãos da expressão. Num primeiro momento, os assim chamamos jogos livres valem como treino da dinâmica geral: aceleram a motricidade das baterias corporais, vocais, emocionais e intelectuais; e, na segunda etapa, os denominados jogos dirigidos canalizam e assessoram o ato criativo.




O primeiro passo nesse processo é o levantamento de todos os jogos conhecidos, começando pelas brincadeiras das crianças, principalmente essas, sua estrutura, objetivos e possibilidades desencadeamento num método de aprendizagem e desenvolvimento da expressão cênica.

Encenarte - O jogo como atividade dramática 3



"Suas dádivas"

Os jogos são atividades que envolvem ação global: corporal, mental, emotiva... Como exigem muita concentração num foco de atenção e a maioria deles prescinde de um treinamento aprofundado como pré-requisito, eles tornam uma das atividades coletivas onde, em prazo de segundos, inconscientemente, a autocensura é automaticamente eliminada da ação. E aí está a sagrada virtude: no decorrer da atividade, o jogador atua na sua maior plenitude, sem amarras.
         
Com a retomada do jogo como conteúdo básico de autodesenvolvimento individual e grupal, os objetivos são:


  • Ajudar o ator, através de uma atividade programada desse conteúdo, a flagrar seu potencial latente;
  • Orientá-lo na dinamização e canalização desse potencial;
  • Levá-lo a desenvolver uma atividade reflexiva após cada prática visando a localizar os entraves do corpo, da mente, dos relacionamentos e de tudo que for possível ser abordado;
  • Guiar o grupo na criação de um arsenal de atividades abertas que leva cada um de seus elementos sempre a um comportamento dinâmico e criativo frente aos problemas emergentes.
Para a criança, o jogo não é uma atividade qualquer, mas a principal forma de estruturar todos os planos de sua vida. Suas brincadeiras não são simples lazer, mas aprendizagem de convivência, construção de espaços, de certificação da sua identidade e da sua satisfação existencial.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Encenarte - O Jogo como Atividade Dramática 2


"Unidades de Descoberta"

              Definindo uma ideia de criatividade, dizemos que ela surge quando brincamos, imaginamos ou sonhamos, e que para lidar com a arte é imprescindível preservar o espírito da criança que cada um tem dentro de si.

             Todos os artistas tem um prazer infantil quando trabalham. Por mais terrível, cruel ou amargo que seja o que criamos, tudo que tem origem no prazer infantil da brincadeira.

            O Jogo tem sua raiz no brincar da criança e a mudança das suas regras como fonte de novas atividades, é das contribuições sugeridas como conteúdo eficaz no processo de preparação do ator. Defendemos a necessidade de se estudar o brincar como um tema em si e não esquecendo de algumas propostas teatrais que abarcam o jogo no seu processo, propomos, baseado nas experiências efetuadas, a investigação mais acentuada e ampla desse material e sua aplicação no trabalho do ator, pois se trata de uma prática que conserva qualidades insuspeitadas na abertura de espaços para o fazer criativo de qualquer pessoa verdadeiramente interessada em atuação cênica.

            Como atividade livre, voluntária, espontânea, desligada de interesses materiais, o brincar implica confiança e concentração, envolve o corpo todo e a mente, e é acompanhado de um sentimento de tensão e de alegria capaz de absorver o ator de maneira intensa e total. O jogo faz de uma zona neutra e os impulsos criativos, motores e sensórios (que não são mediados pelo consciente), sua matéria prima, permitindo desenvolver em toda plenitude as necessidades de ritmo, harmonia, mudança, alternância, contraste, clímax, etc, que são requisitos fundamentais para a criação no teatro.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Eu Chovo, Tu Choves, ele Chove!

                        Hoje a abertura oficial do X Femute conta com a apresentação do grupo de teatro 100 critérios, "Eu chovo, tu choves, ele chove" dirigido por Carol Pego com apoio de Eduh Gevizier, aproveite a noite para prestigiar a peça...
a partir das 19:30 horas no plenário do fórum de Campo Novo do Parecis - MT.



                      O texto de uma das peças mais premiadas de Sylvia Orthof

Um clássico da dramaturgia infantil que pode ser montado em casa, na sala de aula e onde mais a imaginação mandar. Basta seguir as lições desta grande autora: simplicidade e criatividade. Quer ver? Com um guarda-chuva, algumas tocas de banho, pedaços de plástico azul e baldinhos de conchas se constrói o mundo mágico de Sylvia Orthof. Eu chovo, tu choves, ele chove ? uma de suas peças mais premiadas ? é um exemplo de que como é fácil fazer chover boas idéias.

Com seu texto ágil e divertido, Sylvia faz um delicioso e bem humorado elogio à liberdade. De uma forma absolutamente original, a autora nos mostra como um simples pingo de chuva pode subverter a ordem estabelecida e transformar a vida numa grande aventura.

Um chuveiro mandão, uma sereia perua, um ovo mudo que aprende a falar de repente, uma ova muito prendada e um pingo de chuva atrapalhado. Tudo pode acontecer quando essa turma do barulho se encontra. O chuveiro pode perder o reinado e a sereia, a pose. O ovo pode virar um belo príncipe e a ova, uma princesa. No mundo de Sylvia Orthof não há limites para imaginação.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

"Dizem que o tempo nunca está a nosso favor. Não penso assim. Em alguns momentos temos que ajustar a posição das velas para que nosso barco nos leve para a direção correta. Ventos fortes podem nos desviar do caminho, mas sempre haverá tempo para tomarmos nosso rumo novamente. O que não pode é ir contra ele."


terça-feira, 19 de julho de 2011

A grande mãe... O homem é apenas o fio desta trama!

"Minha palavra é como as estrelas - elas nuca empalidecem. Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Se não somos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo.

A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho. O homem branco esquece a sua terra natal, quando, depois de morto vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos. 

Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais.



O rumorejar da água é a voz do pai de meu pai. Os rios são irmãos, eles apagam nossa sede.  

Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã. Ele trata sua mão - a terra, e seu irmão - o céu, como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante...


Sua voracidade arruinará a terra, deixando para trás apenas um deserto.
 E que vida é aquela se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo. O índio prefere o suave sussurro do vento, purificado por uma chuva do meio-dia, ou recendendo o pinheiro. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem. O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. O ar é precioso para nós, o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta.

A terra é nossa mãe! De uma coisa temos certeza: a terra não pertence ao homem, é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família.

Não foi o homem que teceu a trama da vida: Ele é simplesmente o fio desta trama. E tudo que o homem fizer a ela a si próprio estará fazendo.

Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos: A terra é nossa MÃE. Tudo quanto fere a terra fere os filhos da terra."

sábado, 9 de julho de 2011

Esteriótipo, esteriótipo, esteriótipo...


Essa crioula tem o olho azul
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil
A cozinheira tá falando alemão
A princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé
Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação
Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Preciso de sombra e água fresca!!!

Mal chego de manhã
Acho tudo estranho
Tudo fora do lugar
Sol? De que vale o sol?
Preciso de sombra e água fria

É muita ironia e má vontade do destino
Que nunca deixa a gente se encontrar

As nossas mãos vazias modelando fantasias
Eu fecho os olhos pra te encontrar

Só você pode me dar
Uma luz, pode fazer tudo mudar
Só você pode me dar
Uma luz, pode fazer tudo mudar

Se eu tento viajar
Só mudo o cenário da tristeza
Dói, longe imaginar a luz do seu quarto ainda acesa

É muita gentileza perceber que eu estou sofrendo
Você podia me telefonar

Do alto do avião eu vejo o Rio iluminado
Em qual desses caminhos te achar?