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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Eu Chovo, Tu Choves, ele Chove!

                        Hoje a abertura oficial do X Femute conta com a apresentação do grupo de teatro 100 critérios, "Eu chovo, tu choves, ele chove" dirigido por Carol Pego com apoio de Eduh Gevizier, aproveite a noite para prestigiar a peça...
a partir das 19:30 horas no plenário do fórum de Campo Novo do Parecis - MT.



                      O texto de uma das peças mais premiadas de Sylvia Orthof

Um clássico da dramaturgia infantil que pode ser montado em casa, na sala de aula e onde mais a imaginação mandar. Basta seguir as lições desta grande autora: simplicidade e criatividade. Quer ver? Com um guarda-chuva, algumas tocas de banho, pedaços de plástico azul e baldinhos de conchas se constrói o mundo mágico de Sylvia Orthof. Eu chovo, tu choves, ele chove ? uma de suas peças mais premiadas ? é um exemplo de que como é fácil fazer chover boas idéias.

Com seu texto ágil e divertido, Sylvia faz um delicioso e bem humorado elogio à liberdade. De uma forma absolutamente original, a autora nos mostra como um simples pingo de chuva pode subverter a ordem estabelecida e transformar a vida numa grande aventura.

Um chuveiro mandão, uma sereia perua, um ovo mudo que aprende a falar de repente, uma ova muito prendada e um pingo de chuva atrapalhado. Tudo pode acontecer quando essa turma do barulho se encontra. O chuveiro pode perder o reinado e a sereia, a pose. O ovo pode virar um belo príncipe e a ova, uma princesa. No mundo de Sylvia Orthof não há limites para imaginação.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

"Dizem que o tempo nunca está a nosso favor. Não penso assim. Em alguns momentos temos que ajustar a posição das velas para que nosso barco nos leve para a direção correta. Ventos fortes podem nos desviar do caminho, mas sempre haverá tempo para tomarmos nosso rumo novamente. O que não pode é ir contra ele."


terça-feira, 19 de julho de 2011

A grande mãe... O homem é apenas o fio desta trama!

"Minha palavra é como as estrelas - elas nuca empalidecem. Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Se não somos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo.

A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho. O homem branco esquece a sua terra natal, quando, depois de morto vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos. 

Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais.



O rumorejar da água é a voz do pai de meu pai. Os rios são irmãos, eles apagam nossa sede.  

Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã. Ele trata sua mão - a terra, e seu irmão - o céu, como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante...


Sua voracidade arruinará a terra, deixando para trás apenas um deserto.
 E que vida é aquela se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo. O índio prefere o suave sussurro do vento, purificado por uma chuva do meio-dia, ou recendendo o pinheiro. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem. O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. O ar é precioso para nós, o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta.

A terra é nossa mãe! De uma coisa temos certeza: a terra não pertence ao homem, é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família.

Não foi o homem que teceu a trama da vida: Ele é simplesmente o fio desta trama. E tudo que o homem fizer a ela a si próprio estará fazendo.

Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos: A terra é nossa MÃE. Tudo quanto fere a terra fere os filhos da terra."

sábado, 9 de julho de 2011

Esteriótipo, esteriótipo, esteriótipo...


Essa crioula tem o olho azul
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil
A cozinheira tá falando alemão
A princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé
Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação
Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha